Um novo ciclone extropical é esperado no Rio Grande do Sul. A ocorrência se dará em função do fortalecimento de uma região de baixa pressão .As projeções indicam que a formação do sistema ocorrerá a partir da madrugada de quarta-feira (12). Segundo informações do Agrotempo, uma das características que vem chamando a atenção neste evento, é o tamanho da área de vento máximo.
Na quinta-feira (13), há risco de temporais com chuvas fortes sobre o Norte, Nordeste, Centro, Sul e Leste do Rio Grande do Sul. As rajadas de vento variam entre 80 e 110 km/h, mantendo o mar agitado e com ressaca marítima. As chuvas constantes, favorecerão acumulados em torno dos 45 e 60 mm/dia.
Já na sexta-feira (14), o avanço do ciclone para o mar tende a favorecer o tempo estável sobre boa parte do Estado. Contudo, segue a condição de chuva sobre a Região Metropolitana e Leste gaúcho, com acumulados entre 20 e 35 mm/dia. Os ventos variam de 40 a 65 km/h no Litoral gaúcho e mantêm o mar agitado com ressaca marítima.
O Instituto Nacional de Metereologia (INMET) publicou alerta de perigo para o Rio Grande do Sul, com prvisão de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h), e queda de granizo. Segundo o Instituto há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.
Além disso, o INMET orienta que, em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
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Um panorama otimista está sendo desenhado para a produção de trigo no Brasil. De acordo com o monitoramento de safras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a maioria dos estados apresenta condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.
No Rio Grande do Sul, o clima seco e a boa umidade do solo propiciaram condições ideais para a semeadura em praticamente todo o estado, com destaque para o Leste do Planalto Médio e o Planalto Superior. Até agora, a formação do estande de plantas tem sido satisfatória, assim como a condição geral das lavouras.
No Paraná, a semeadura está chegando ao fim, com a maioria das lavouras já em desenvolvimento vegetativo. Algumas delas já se encontram na fase de enchimento de grãos, o que indica um bom desenvolvimento da cultura até o momento.
Em Santa Catarina, as condições climáticas têm favorecido o plantio. As lavouras apresentam uma boa germinação e um bom desenvolvimento vegetativo, criando expectativas positivas para a safra deste ano.
No estado de São Paulo, as lavouras estão principalmente na fase de enchimento de grãos. As chuvas recentes têm ajudado na recuperação de algumas áreas que foram afetadas por períodos de seca.
Em Minas Gerais, as primeiras lavouras semeadas já estão dando início à colheita. No entanto, a maioria delas ainda se encontra nas fases de enchimento de grãos e maturação. As condições das lavouras são consideradas boas.
No Mato Grosso do Sul, as condições climáticas estão favoráveis para as lavouras, além de proporcionar boas condições para as pulverizações de fungicidas protetores e inseticidas, visando a eliminação da baixa população de lagartas e pulgões.
Em Goiás, a colheita do trigo sequeiro já está em andamento. As lavouras de trigo irrigado, por outro lado, estão na fase de enchimento de grãos e avançam para a fase de maturação. Por fim, na Bahia, as lavouras seguem em fase de desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos, apresentando boas condições.
Em todo o Brasil, a safra de trigo avança promissoramente, à medida que o progresso da semeadura se intensifica e a colheita se inicia em algumas regiões.
Considerando todos os sete estados acompanhados pela Conab, a semeadura alcançou 91,5% no dia 8 de julho, um avanço considerável em relação à semana anterior, quando estava em 79,6%. Em comparação à safra passada, quando a taxa era de 88,1%, vemos um avanço significativo.
No Rio Grande do Sul, a semeadura evoluiu de 66% na semana anterior para 88% no dia 8 de julho. Essa taxa é superior aos 80% observados no mesmo período da safra passada, indicando um progresso significativo e condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.
No Paraná, a semeadura também avançou. Já atingiu 96%, igualando a marca da safra anterior, mostrando a eficiência e o bom andamento dos trabalhos dos produtores.
Em Santa Catarina, a semeadura progrediu para 54%, uma subida notável comparada à taxa de 45% registrada na semana anterior. Mesmo sendo inferior à taxa de 71% da safra passada, as boas condições climáticas no estado indicam um futuro promissor.
No que se refere à colheita, Goiás destaca-se com um progresso de 31%. O estado de Minas Gerais também iniciou a colheita, representando 0,9% do total nacional.
As condições atuais, o progresso da semeadura e o início da colheita apontam para um cenário favorável para a safra de trigo no Brasil. Contudo, os produtores continuam atentos ao clima, uma vez que com a influência do El Niño as chuvas podem se tornar mais recorrentes e trazer impactos negativos em relação à pressão de pragas e dificuldade nos tratos culturais.
Informações obtidas no boletim de Progresso de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
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A empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, IHARA, comemora os excelentes resultados obtidos pelo seu fungicida biológico, ROMEO SC, em projeto nacional de testagem e validação de performance. O estudo, conduzido pelas 21 cooperativas que participam do Projeto Bioforte - consideradas as maiores do país e de diferentes regiões brasileiras - comprovou significativo incremento de produtividade alcançado pela tecnologia, mesmo em lavouras de soja de alto rendimento.
O trabalho compreendeu diversas etapas ao longo da última safra 22/23, buscando avaliar, qualitativamente e quantitativamente, o benefício de ROMEO em controle fúngico, incremento em produtividade e a relação de rentabilidade conferida pelo investimento na tecnologia. Os estudos foram conduzidos pelas equipes técnicas das cooperativas, com o acompanhamento de especialistas da IHARA, sempre conduzindo em isonomia os campos experimentais, com a tecnologia, e as áreas testemunhas.
“Vale destacar que as áreas consideradas testemunhas, ou seja, que não receberam aplicação com o ROMEO, não eram áreas nulas de tecnologias. Todas elas eram campos padrão das cooperativas e, portanto, áreas já de alta produtividade”, lembra o coordenador de produtos biológicos da IHARA, Iuri Cosin. Segundo ele, a produtividade média nestas áreas testemunhas, sem o produto, era de 73 sacas por hectare, muito superior à média nacional, que é de 60 sacas. “Na comparação, as áreas que receberam o produto alcançaram índice de produtividade ainda maior, com uma média de 76 sacas por hectare. É um resultado extraordinário, exatamente por elevar o potencial de rendimento sobre cultivos onde já há alto aproveitamento”, diz Cosin.
Os resultados do Projeto BioForte foram apresentados no início do mês aos representantes das cooperativas participantes, durante viagem técnica à França. Lá, o grupo teve a oportunidade de visitar a indústria e os laboratórios de pesquisa onde o ativo biológico é desenvolvido, conhecendo todo o processo tecnológico e produtivo, e o controle de segurança e de qualidade que, aqui no Brasil, garantem os resultados alcançados por ROMEO a campo. “O segredo da tecnologia de ROMEO conta com esta molécula inovadora que buscamos na França. Esta solução é responsável por estimular mecanismos físicos e bioquímicos no interior da planta da soja, potencializando em cerca de quatro vezes mais a proteção do cultivo - e com alta compatibilidade para aplicação com outros produtos químicos ou biológicos do mercado”, comenta o coordenador.
Com os bons resultados registrados pelo estudo, grande parte das cooperativas participantes já adotou ROMEO no portfólio de produtos oferecidos aos seus associados. Desde seu lançamento, há três safras, as vendas do ROMEO crescem significativamente. Para o ciclo atual, a empresa espera dobrar a última marca em volume.
Para Iuri Cosin, o crescimento das vendas do ROMEO e a adoção cada vez maior dessa tecnologia pelas cooperativas agrícolas demonstram a confiança e a percepção dos agricultores em relação aos benefícios proporcionados pelos fungicidas biológicos: “O mercado de biológicos ainda é relativamente novo e, por isso, o agricultor tende a ser mais cauteloso. Há também certa desconfiança quanto ao desempenho destas soluções, já que os seus resultados não são imediatos, como os de um químico convencional. Mas ao final do ciclo os resultados são muito claros; tanto no controle da doença, na saúde e vigor das plantas, quanto, principalmente, no incremento em produtividade. Quem conhece os resultados a campo, muito provavelmente irá buscar esse produto novamente”, completa.
Segundo Cosin, o índice de recompra registrado pela IHARA dos seus produtos biológicos é muito alto. E a projeção da empresa é que essa tendência de crescimento se mantenha, impulsionando ainda mais a utilização de soluções biológicas conciliadas aos químicos, fortalecendo cada vez mais o manejo integrado e a sustentabilidade da agricultura brasileira.
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